Puerícia

Submergida em pensamentos, deleitava-se no gozo das rememorações... Penetrava-lhe com tal languidez, a ponto de abduzi-la às sensações voluptuosas. Cultivava no recôndito: a esperança. Porquanto a torrente de paixão ainda não captara suas entranhas a ponto de cativá-la. Submergida, sim, porventura o cenário das sensações era inóspito de dogmas e de cadeias nas quais poderiam... Continuar Lendo →

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Horas consumidas

Da janela da vida, consumo as horas contemplativa qual as namoradeiras da cidadezinha qualquer jiboiando entre querências, deveres e saudades. Serão as horas a nos envelhecer no passo apressado dos dias? cujo lirismo sussurra qual brisa noturna d'um fim de tarde primaveril: vá viver, menina! os dias gastos à toa devoram: poemas, amores, canções "quando... Continuar Lendo →

Os sentidos

Da alma, o sonho é sexto sentido cujas saudades tateiam e passeiam por corredores inomináveis. Na memória dos sonhos, o essencial é perceptível nos palácios de ilusões; o céu é multicolor, a grama exala frescuras infantes, as mãos se entrelaçam no balanço d’um vilancete enquanto ecoam canções imemoráveis de tempos antigos: jovens tardes, saudosos dias.

Cristo, esperança nossa

Estimados amigos e irmãos em Cristo, Certo dia, pela manhã, enquanto estava no ônibus, meus pensamentos foram tomados pela passagem bíblica acerca do encontro de Simão Pedro, na praia, com Cristo. Depois de todos os acontecimentos da semana da paixão, discípulos e apóstolos regressaram às suas antigas ocupações; afinal, a esperança findou com a morte... Continuar Lendo →

Barreiras

O não é o tijolo com o qual construí as barreiras, o muro da minha Berlim! Mamãe dizia: - Não!, aos afetos infantes, ao querer do sabor do dia. Papai com intolerância espumava, silenciosamente, o ódio oriental! A alma infante valsava cantante o vir ser: 1989

Prenúncio da esperança

Recostada sobre os versos erigidos nesta trama vislumbro a tênue luz crepuscular a despontar no horizonte da invisível janela quanto a mim? resta-me tecer verso a verso as peripécias desta cinza paisagem a prenunciar quiçá: esperança... sofrivelmente, rasgam-me as palavras intrinsicamente... declinam-me estes versos para que eu possa crer: ESPERANÇA! Desanuvie meus pensamentos desconexos: ESPERANÇA!... Continuar Lendo →

Meu Deus, fiquei para tia?

O jargão das ditas solteironas retiniu como epifania em minha terceira década de vida. Bastou um encontro furtivo com uma coleguinha de infância para que onomatopeias saltitassem ao meu redor: zaz, puf, pof, bang...! (e quantas mais imaginar!), enquanto a voz amiga inquiria: "você se casou?", ressoando como um sino ao relógio biológico: meu Deus,... Continuar Lendo →

Assim caminha a humanidade: conectados

Somos cercados pela comunicação. A internet invadiu as relações humanas, proporcionou rapidez e informação imediata. Abrimos nosso entendimento ao leque de oportunidades e de possibilidades no que tangem o conhecimento e o saber. Somos cercados por notícias e novidades as quais nos bombardeiam com hipertextos. Buscamos, hoje, ironicamente, as fontes virtuais para a descoberta de... Continuar Lendo →

A via crucis da felicidade

As mudanças de valor com as quais convivemos diariamente convergem para o caos. Em contrapartida, a humanidade busca, cada um a seu modo, uma conexão com algo que dê sentido à vida. As redes sociais são a prova disso, em especial, o Facebook. Pois se acredita que a abertura para a virtualização das relações seria... Continuar Lendo →

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