Catedral

Minh'alma à deriva do tempo passeia por entre memórias e cansaços Uma menina antiga me contempla de soslaio como ondas a quebrantar meus recônditos segredos, os quais em fagulhas foram expostos: sonhos inconfessáveis, memórias incompreendidas. Sobre meu castelo de areia, a menina vasculha minha alma para conhecer os segredos da esfinge à deriva... Será a... Continuar Lendo →

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Passarada

noitinha que vem menina que passa vai passa, o tempo passa como passa! vizinho que vem outro que disfarça vai passa, o tempo passa como passa! velhice que vem vista que embaça vai passa, o tempo passa como passa! pensamentos que vem noitinha que passa dias que vêm meninice que passa vai passa, o tempo... Continuar Lendo →

Prenúncio da esperança

Recostada sobre os versos erigidos nesta trama vislumbro a tênue luz crepuscular a despontar no horizonte da invisível janela quanto a mim? resta-me tecer verso a verso as peripécias desta cinza paisagem a prenunciar quiçá: esperança... sofrivelmente, rasgam-me as palavras intrinsicamente... declinam-me estes versos para que eu possa crer: ESPERANÇA! Desanuvie meus pensamentos desconexos: ESPERANÇA!... Continuar Lendo →

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